Comentários para As Folhas do Cedro
Com texto e direção assinados por Samir Yazbek, a peça conta a história de uma mulher de meia idade que, por meio de sua memória e imaginação, revisita suas origens, procurando sua identidade.
O novo espetáculo da Companhia Teatral Arnesto nos Convidou, “As Folhas do Cedro”, estreou dia 23 de julho no Teatro do SESC Vila Mariana.
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Crítica Maria Lúcia Candeias
Publicada no site Aplauso Brasil.
Você já foi à Amazônia?
Não? Então vá. Se já foi, não vai porque não quer, ou não pode ir, não deixe de assistir à peça As Folhas de Cedro, escrita e dirigida por Samir Yazbek. Em primeiro lugar porque o texto se passa por lá, e tem como personagens imigrantes e filhos de imigrantes vindos do Líbano e imediações, o que é um retrato fiel da região, por incrível que pareça. [..]
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Crítica Vinício Angelici
Publicada no site Stravaganza
À semelhança de outras peças, novamente o autor Samir Yazbek mergulha o espectador em uma jornada poética de autoconhecimento. Foi assim no premiado O Fingidor (1999), inspirada na vida e obra de Fernando Pessoa, como no recente e não tão bem sucedido A Noite do Barqueiro, solo em que o mote era a sempre difícil busca do sentido da vida. [...]
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Crítica Jair Alves
Publicada no site Cooperativa Setenta e Nove.
ANTES DAS ÚLTIMAS FOLHAS, AS FLORES DO CEDRO!
A primeira observação que se pode fazer a respeito de As Folhas do Cedro, em cartaz no Teatro Sesc Vila Mariana - SP, é que os seus 110 minutos de duração passam como se fossem 15. Ao final, uma sensação enigmática que produz perguntas, como, que teatro é este, que mundo é este que acaba de ser retratado no palco, ou em que mundo, afinal, vivemos? Uma peça de teatro que atinge clímax como este a que presenciamos, quando as luzes se apagam, cumpriu dignamente seus objetivos. [...]
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Comentário de Maria Adelaide Amaral
Douglas Simon, Samir Yazbek, Maria Adelaide Amaral e Helio Cicero.
Mariza Virgolino, Rafaella Puopolo, Maria Adelaide Amaral, Gabriela Flores, Daniela Duarte e Marina Flores.
"Raramente assisti a uma peça em que todos os aspectos se conjugam para produzir um grande espetáculo teatral: direção, interpretação, iluminação, trilha e um texto eivado de delicadeza e sensibilidade.”
Maria Adelaide Amaral